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Sobre Liderança

Como eu sei qual estilo de liderança eu preciso aplicar na minha equipe? 

Liderar é a arte de influenciar pessoas. Diante desta constatação, você primeiramente precisa entender que cada pessoa é influenciada de uma maneira e que cada situação ou contexto que sua equipe estiver inserida exigirá de você um estilo de liderança diferente. Portanto, a nossa principal dica é que você conheça os estilos de liderança existentes para que você possa ser flexível e se adaptar de acordo com o momento e as necessidades de seus colaboradores.

Como motivar e engajar a minha equipe?

Como bem disse Mário Sérgio Cortella “motivação é uma porta que se abre por dentro”. Portanto, precisamos entender que não é possível motivarmos todos os nossos colaboradores da mesma forma. 

 

Embasamos esta afirmação, levando em consideração a motivação 3.0, isto é, a teoria que afirma que a nossa motivação está baseada naquilo que valorizamos internamente. 

 

Para identificar esses motivadores intrínsecos de seus colaboradores, sugerimos que você peça a eles que façam um ranking de seus motivadores individuais, levando em consideração a sua ordem de prioridade.  

 

Os 10 motivadores intrínsecos são:

  1. Curiosidade: Eu tenho muitas coisas para investigar e pensar sobre.
  2. Afinidade: Eu tenho bons contatos sociais com as pessoas no meu trabalho.
  3. Maestria: Meu trabalho desafia minha competência, mas ainda está dentro de minhas habilidades. 
  4. Status: Minha posição é boa e reconhecida pelas pessoas que trabalham comigo.
  5. Poder: Há espaço suficiente para eu influenciar o que acontece ao meu redor.
  6. Aceitação: As pessoas ao meu redor aprovam o que eu faço e quem eu sou.
  7. Objetivo: Meu propósito na vida se reflete no trabalho que faço. 
  8. Liberdade: Sou independente dos outros com meu trabalho e minhas responsabilidades.
  9. Honra: Sinto-me orgulhoso de que meus valores pessoais sejam refletidos em como trabalho.
  10. Ordem: Existem regras e políticas suficientes para um ambiente estável.

Como liderar no online?

A essência da liderança no modo presencial e no online é a mesma, ou seja, nas duas circunstâncias você precisa engajar, motivar e influenciar pessoas a atingirem objetivos comuns. Contudo, a maneira e o meio que o líder utilizará para exercer uma liderança efetiva será um pouco diferente na condição remota. Nesse contexto, os desafios no online são maiores e acabam surgindo dificuldades, por exemplo, de comunicação, interação, alinhamento e pessoalidade. No entanto, por mais que existam inúmeros desafios, busque se utilizar das ferramentas online como o trello, google meet, zoom, whatsapp entre outros para se adaptar e não deixar de lado as práticas essenciais de liderança. 

Como fortalecer uma cultura de feedback?

Apesar de o feedback ser uma das práticas mais importantes de liderança, ele ainda continua sendo uma das maiores dificuldades dos líderes.

 

O ideal é que essa prática faça parte da rotina das equipes, ou seja, que o feedback aconteça de maneira instantânea, rápida e contínua. No entanto, se isso não é presente em seu time, a grande dica que fornecemos para os nossos clientes é estabelecer um processo de feedback. 

 

Mas o que significa isso? 

 

Estabelecer um processo pode envolver encontros marcados fixos para o fornecimento e recebimento de feedback, como também o estabelecimento de metas de feedback para os colaboradores. 

 

O intuito aqui é que ao longo do tempo, essa prática se torne orgânica e pertencente à rotina do time, ao ponto de não precisar de um processo estruturado para que os feedbacks aconteçam. 

Como promover segurança psicológica e confiança dentro da minha equipe?

Antes de tudo, vamos entender o que é segurança psicológica. De acordo com Amy Edmondson, "Segurança Psicológica é a crença compartilhada de que um time é seguro para tomar riscos pessoais”. Em resumo, podemos dizer que um time que tem segurança psicológica é aquele que não tem medo de expressar suas ideias e de errar. 

 

E para desenvolver essa segurança e confiança dentro da sua equipe, nós do IEEP chegamos a conclusão que existem 3 principais passos. São eles:


1.   Preparar o ambiente: Você deve ser claro quanto ao que espera das pessoas e do progresso do trabalho (metas, objetivos), como também especificar sobre por que o trabalho importa, por que faz diferença para a organização e para quem.


2.  Convidar à participação: Você deve deixar claro que ninguém do time terá respostas para todas as questões e que devem sempre buscar aprender e ter uma postura de humildade e curiosidade.  A partir de então, você deve continuamente fazer boas perguntas com o objetivo de fazer a equipe refletir e criar momentos propícios para as pessoas se manifestarem.


3.  Responder produtivamente: Por fim, você deve sempre expressar apreciação com a opinião das outras pessoas, exercendo sua escuta ativa e agradecendo.

Como formar novas lideranças dentro da minha equipe?

Para formar lideranças dentro da sua equipe, você precisa compreender que isso é um processo individualizado. A partir disso, primeiramente, deve-se identificar quais são os pontos a serem desenvolvidos em cada pessoa e a partir de então traçar ações tangíveis para que essa pessoa possa realmente se desenvolver. 

 

Uma prática muito interessante para isso, é você se reunir com o seu liderado a fim de alinhar todos os comportamentos e características que precisam ser aperfeiçoados e com isso traçar planos de ação e metas em conjunto.

 

Mas vale ressaltar que não adianta de nada esse alinhamento, se não acontecer o acompanhamento periódico e próximo dessa pessoa, através de reuniões e do fornecimento de feedbacks constantes.

Sobre Agilidade

O que é agilidade, de fato?

Primeiramente, você deve entender que agilidade não é sobre fazer muita coisa em pouco tempo, ou seja, não é sinônimo direto de produtividade.

 

Agilidade é a capacidade de sempre fazer aquilo que mais importa, no prazo certo e com a velocidade certa. Com isso, ser ágil está diretamente ligado a sua capacidade de identificar as necessidades dos seus clientes, sejam eles internos ou externos, de colaborar efetivamente com eles e de maximizar valor em entregas constantes.

A agilidade é aplicável fora de TI? 

A agilidade surgiu no mundo da Tecnologia da Informação, mais especificamente para o desenvolvimento de softwares. Contudo, ao longo dos anos, a agilidade vem se difundindo e sendo aplicada em diversas outras áreas, como recursos humanos, produto, financeiro, marketing, etc. Com isso, hoje, podemos afirmar definitivamente que o ágil não é aplicável somente para a área de TI e sim para todas atividades, sejam elas do âmbito pessoal ou profissional.

Quais são as principais dificuldades na adoção de práticas ágeis?

Existem muitas dificuldades, mas podemos citar as 4 principais para a adoção de práticas ágeis.

 

A primeira delas é o não entendimento do que é valor, atrelado a dificuldade de se ter foco para executar poucas coisas, ou seja,  aquilo que realmente importa. 

 

A segunda dificuldade é a capacidade de quebrar entregas complexas em entregas menores, com o objetivo de gerar valor constantemente, princípio fundamental da agilidade.

 

Outra grande dificuldade é a burocracia existente em muitas organizações, burocracia esta que muita das vezes é desnecessária. Ela atrapalha a rapidez da tomada de decisão e, com isso, a fluidez dos projetos.


 
Por fim, temos a dificuldade relacionada à resistência às mudanças, principalmente quando essa resistência vem das lideranças, afinal, os líderes possuem um papel extremamente importante para que a transformação ágil aconteça.

Qual a diferença de projetos ágeis e projetos tradicionais?

A primeira grande diferença entre projetos ágeis e tradicionais se baseia no tempo dedicado ao planejamento. O sucesso de projetos tradicionais está atrelado a qualidade do gerenciamento, ou seja, do cumprimento de custo, escopo e prazo, termos esses definidos no início do projeto. A partir disso, o planejamento é estruturado de maneira muito robusta e detalhada, o que demanda bastante tempo. Já nos projetos ágeis, o tempo de planejamento é bem mais curto, pois ele não é elaborado de forma tão detalhada. Isso acontece pelo fato de que o planejamento passa a ser constante, ou seja, ao longo de toda a execução do projeto, permitindo a adaptação constante e a satisfação das necessidades do cliente.

 

A partir dessa primeira diferença conseguimos inferir a segunda, que diz respeito ao foco de cada um destes projetos. No projeto tradicional, o foco está no cumprimento do escopo e do cronograma desenhado. Já no projeto ágil, existe um foco muito maior em encantar o cliente através da constante colaboração com ele e da adaptação das entregas para se adequarem às suas necessidades.   

 

Por fim, a terceira diferença reside no fato de que em projetos ágeis a mentalidade é a de gerar valor para o cliente de forma constante, permitindo que se colha o feedback o quanto antes para ajustar a rota, se necessário. Isto é diferente do que ocorre no projeto tradicional, onde não são realizadas tantas validações junto ao cliente e as entregas acabam sendo feitas inteiramente no final do projeto, quando todo o trabalho já está concluído e qualquer mudança irá gerar grande atraso e retrabalho.

Como saber se estou sendo ágil ou não? Como se mede a agilidade?

Existem diversas métricas que podem ser utilizadas para medir o desempenho do time, sendo as três principais:

 

Throughput (Vazão): mede a quantidade de entregas que um time consegue realizar em um determinado período de tempo. 
Cycle Time: mede o tempo que leva para uma atividade ser executada, ou seja, o tempo que ela ficou em progresso até o momento que ela foi concluída.
Quantidade de Bugs: a qualidade técnica de um produto pode ser mensurada por meio da quantidade de  falhas  (bugs) e a quantidade de usuários afetados por elas. 

Por onde começar uma transformação ágil?

Primeiramente você precisa entender que não existe um passo a passo de transformação ágil que seja uma verdade absoluta. Isto acontece porque cada organização está inserida em um contexto, apresenta um tipo de produto ou serviço, é formada por colaboradores únicos e possui uma cultura que representa seu jeito específico de ser. Por isso, este processo deve ser adaptado de acordo com a realidade de cada empresa.

 

No entanto, através dos diversos projetos de transformação ágil que já executamos, percebemos que um primeiro passo bastante importante a ser seguido é a construção do entendimento do porquê a organização ou time precisa ser mais ágil. As pessoas envolvidas devem estar conscientes da importância e dos benefícios que a transformação vai promover para a empresa/time para que percam a resistência e as mudanças ocorram de fato.